Como você gerencia todas as demandas do Trade Marketing vindas do departamento de Vendas e também dos clientes?

Possui algum procedimento específico ou vai lindando com as demandas assim que elas surgem?

Não se acanhe se o seu caso for o segundo. Ainda é bastante comum encontrar empresas que atuam dessa maneira.

O Trade Marketing a cada ano ganha mais espaço no Brasil, mas ainda há muito a evoluir quando comparamos a nossa realidade com mercados mais evoluídos como Europa e Estados Unidos.

Aqui, é normal encontrarmos equipes pequenas que precisam administrar um grande número de ações. O resultado são departamentos que deixam a estratégia de lado e gastam muito tempo no operacional.  

É preciso evitar que isso aconteça. Ou, caso seja já uma prática comum, interrompê-la o quanto antes porque, neste modelo, o trabalho do Trade, por falta de aferição, corre o risco de ser questionado o tempo todo.

Equipes enxutas de alta performance

Se tem uma coisa que não falta para quem atua com Trade Marketing é trabalho a ser feito. E de fato, o que encontramos no dia a dia do mercado não são equipes ociosas. Ao contrário, são times pequenos que precisam se desdobrar para executar todos os planejamentos.

Isso acontece porque nenhuma empresa começa a atuar no Trade montando uma grande equipe. Geralmente, o time se forma com a união de profissionais vindos de outros departamentos.

Na medida em que os resultados chegam o crescimento vem de uma forma natural.

O problema é que, enquanto esse crescimento não vem, gerenciar as demandas do Trade pode ser trabalho extremamente desafiador e arriscado.

Processos precisam ser automatizados  

Não existe outra forma de lidar com o excesso de demandas do Trade a não ser automatizar todos os processos que possam ser automatizados.

Antes de qualquer julgamento não estou falando de “robotização”, mas sim de tarefas que não precisam, necessariamente, ser feitas por um profissional de forma analógica.

Tudo o que puder ser automatizado, deve ser automatizado. Isso significa ganho de tempo útil dos membros do time que podem se dedicar a tarefas mais estratégicas.

Vamos analisar um exemplo comum: o uso de e-mails para fazer a gestão dos processos.

Ainda existem muitos profissionais que utilizam o e-mail para troca de informações e dados sobre o planejamento, aprovação de etapas, etc.  

A ferramenta de e-mail se torna um repositório de documentos e processos que começam a acumular depois de um tempo.

Ora, o e-mail é um instrumento de comunicação, não uma ferramenta de gestão. Não é raro que e-mails sejam ignorados, apagados ou encaminhados para Spam interrompendo o fluxo informação.

Além disso, muitos estão atrelados a um hardware específico. Se o funcionário não está com o seu computador, não consegue ver se recebeu alguma mensagem.

Consegue perceber o risco de um processo “solto” como esse e não automatizado?

O mesmo vale para o uso do WhatsApp e outros aplicativos de mensagem. Essas ferramentas não podem ser as principais fontes de troca de informações de uma empresa que deseja crescer.

Além de não serem totalmente seguras, não permitem a formalização dos processos e registros adequados.

Demandas do trade exigem tecnologia “real”   

É curioso, ainda no exemplo do e-mail, como uma ferramenta eletrônica pode ser usada de forma quase analógica. Se pararmos para pensar, muita gente utiliza o e-mail como se fosse um registro de papel: escreve, envia e arquiva como se fosse uma carta. A única diferença é que se trata de um documento virtual.

O mesmo acontece com as planilhas eletrônicas como o Excel. Embora sejam programas utilizados no computador, muita gente as usa como se fossem simples planilhas preenchidas a mão em um livro de registro. O tempo gasto é o mesmo, os riscos de registros errados também.

Para conseguir dar vazão às demandas do Trade de forma eficiente, que permita o crescimento da equipe é preciso investir em tecnologia “real”: programas que realmente automatizem os processos e tragam economia de tempo.

Uma plataforma de gestão que Trade Marketing, por exemplo, permite o gerenciamento de equipes no campo, a troca de informações e registro de dados de forma segura, além de facilitar a apresentação dos resultados para a diretoria da empresa.

Imagine ter tempo para ser dedicar à estratégia deixando o operacional para o time. Avalie o seu processo atual e saiba que é possível mudar. Pense nisso!

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A Trade Marketing Force é a plataforma de gestão de Trade Marketing, com aplicativo de campo, mais completa do mercado nacional. Acesse o site conheça toda as suas funcionalidades.

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Até lá!

Sobre o autor
Tarcísio Bannwart
Tarcísio Bannwart
Diretor executivo - CEO
Criador do Trade Marketing Force, o portal de gestão mais completo do mercado

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